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    Estudo de performance de estação de tratamento de esgotos domésticos com uso de Biomídias
    (Universidade de Mogi das Cruzes, 2024) Lima, Reinaldo Magalhães de Oliveira
    Com o aumento da população brasileira, a necessidade de resolver os problemas decorrentes da falta de tratamento adequado dos efluentes gerados torna-se cada vez mais urgente. Atualmente, 55,8% da população brasileira é atendida com coleta de esgoto, o qual é direcionado em sua maior parte para estações de tratamento de esgotos (ETE); essas ETEs devem ser capazes de atingir a qualidade necessária conforme o destino do efluente tratado, para isso, com o uso de Biomídias, que são suportes para o crescimento de biofilme adicionados aos reatores biológicos, permite-se que as ETEs ocupem menor espaço, ou melhore sua performance, comparado a uma estação de lodos ativados convencional. Portanto, para determinar a quantidade de Biomídias do tipo espuma de PU (Poliuretano) a ser adicionada, relacionando-se com a eficiência desejada, calculou-se a área específica das Biomídias (m²/m³) com base na espuma empregada e em sua geometria. Apesar da Biomídia escolhida ser aditivada com carvão ativado, considerou-se apenas a área superficial da espuma para o crescimento do biofilme, sendo a função do carvão ativado, atuar como auxiliar no aumento da velocidade de formação do biofilme. Com essa definição, foi monitorada uma ETE de um condomínio residencial para a obtenção de dados de desempenho. Avaliou-se a quantidade de massa de lodo biológico aderido nas Biomídias e determinou-se a carga orgânica (DBO – Demanda Bioquímica de Oxigênio) que pode levar à sua colmatação, assim como a eficiência da ETE com Biomídias. Com base na análise dos resultados obtidos, observou-se que, na condição de 13,5% da vazão projetada, a ETE apresentaria boa eficiência mesmo sem as Biomídias. No entanto, considerando a vazão final de projeto, quando todas as casas estiverem ocupadas, a quantidade de Biomídia adicionada na ETE de 4,5% será insuficiente para manter a eficiência, reduzindo-a para apenas 56%, considerando a remoção da DBO, valor este, inferior aos 80% mínimos recomendados pela legislação brasileira. Portanto, para atender ao plano final, a quantidade de Biomídias que deverá ser inserida nos reatores, na proporção de 11% do volume dos tanques da ETE, elevará a eficiência de remoção de DBO para 96,6%, atingindo a qualidade necessária do efluente a ser lançado no corpo receptor do local. Esse volume de Biomídia, se comparado as Biomídias de material PP(Polipropileno), ocupa 4,5 vezes menos volume para que ocorra a mesma eficiência, havendo economia energética para sua movimentação. Durante a coleta de dados, observou-se também que a Biomídia manteve a biomassa aderida ativa no interior dos reatores, com a ETE sem alimentação por período prolongado, característica excelente para ETEs com funcionamento sazonal, como cidades turísticas e/ou costeiras.
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