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    Qualidade de vida, autoestima e autoimagem alteram-se com procedimentos estéticos?
    (Universidade de Mogi das Cruzes, 2025-02-07) Chiasso, Fernanda Aparecida Ferreira; Campos, Marina Reis de Moura
    As emoções ditam a forma como percebemos nossa aparência e influem nas oscilações de percepção quanto a qualidade de vida, autoestima e autoimagem. As redes sociais têm interferido cada vez mais nos padrões de beleza, o que tem levado muitas pessoas a se sentirem insatisfeitas com sua aparência e buscarem por procedimentos estéticos minimamente invasivos como toxina botulínica e preenchimentos dérmicos. Diante disso, objetivou-se investigar a influência exercida pela percepção da qualidade de vida, autoestima e autoimagem na busca por esses procedimentos. Para isso, utilizou-se os questionários WHOQOL-BREF, Escala de Autoestima de Rosenberg e questões sobre autoimagem em dois grupos de pessoas divididos de acordo com o procedimento buscado, um grupo buscando preenchimento dérmico e o outro, toxina botulínica. Os resultados obtidos mostram que o grupo que recebeu preenchedor de ácido de hialurônico apresentou redução da percepção de qualidade de vida influenciada pela autoestima e autoimagem, enquanto que no grupo que recebeu toxina botulínica, notou-se elevação nessa percepção também influenciada pelos mesmos fatores, autoestima e autoimagem. Conclui-se que há percepções diferentes entre os grupos em relação a qualidade de vida, autoestima e autoimagem, e que as respostas aos procedimentos estéticos podem variar de acordo com o tipo de aplicação que é realizada. Visto que a autocompaixão pode ser treinada e subjuga a autoestima, foi desenvolvido um guia de autocompaixão a fim de propiciar orientações sobre a prática de gentileza e acalento consigo mesmo, além de informar sobre as influências de redes sociais e expectativas realistas. A autoestima é capaz de ser melhorada sob a interferência da autocompaixão.
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    Prevalência de má oclusão em crianças de uma Clínica Escola
    (Universidade de Mogi das Cruzes, 2025-02-07) Silva, Ludimila Ribeiro Fialho da; Tanaka, Caio Junji
    A má oclusão é definida como uma alteração de desenvolvimento e crescimento que afeta a disposição dos dentes no arco dentário e sua correlação com as bases ósseas e estruturas relacionadas, intervindo de forma negativa na qualidade de vida do indivíduo. O presente estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de más oclusões em crianças atendidas em uma clínica-escola em Mogi das Cruzes, SP. Bem como, identificar os tipos de alterações oclusais encontradas, com ênfase nos fatores etiológicos da mais prevalente, destacando a importância do diagnóstico e tratamento precoce. E ainda, analisar, por meio de revisão de literatura, a relação entre a força de mordida e a má oclusão, investigando como diferentes tipos de oclusão e variáveis associadas afetam a função mastigatória e a qualidade de vida. O estudo foi realizado na Clínica Odontológica da Universidade de Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo, e foi conduzido por meio de exame clínico da cavidade bucal das crianças que estiveram em tratamento na Clínica Integrada Infantil e do Adolescente na graduação de Odontologia, no período de agosto a outubro de 2024, buscando avaliar possíveis alterações de oclusão. Foram avaliadas 78 crianças, de ambos os sexos, que frequentaram a Clínica Integrada Infantil e do Adolescente na graduação de Odontologia, durante 2 meses, período da coleta de dados. A média das idades foi de 7,3, com variância da amostra em 4,0 e desvio padrão de 2,0. A prevalência de má oclusão encontrada foi de 85%, onde 66 crianças foram diagnosticadas com algum tipo de má oclusão, e 15%, 12 crianças, apresentaram normoclusão ao exame clínico Em relação aos tipos de más oclusões encontradas, a mais prevalente foi a mordida aberta anterior com 50%, seguida da mordida cruzada posterior unilateral 15,2%, sobremordida 12,1%, classe II (divisão 1) 10,6%, mordida cruzada anterior 6,1%, má oclusão com associação de mordida aberta anterior e mordida cruzada posterior 4,5% e mordida aberta posterior em 1,5% das crianças avaliadas. Na análise das forças mastigatórias, observou-se um menor desempenho da força de mordida em pacientes com má oclusão em comparação àqueles com normoclusão. Diante do exposto, conclui-se que a prevalência de más oclusões nessa população foi alta, evidenciando a mordida aberta anterior como a alteração mais frequente. Além disso, verificou-se que a má oclusão exerce um impacto negativo na força de mordida, podendo comprometer a função mastigatória e, consequentemente, a saúde do paciente. Medidas preventivas, avanços no diagnóstico e tratamento precoce devem ser realizados para seguirmos em direção a prevenção de agravos na dentição permanente, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes diagnosticados com má oclusão ainda na infância.
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