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    Estudo do mecanismo de morte celular induzido por perilaldeído e limoneno em células de melanoma
    (Universidade de Mogi das Cruzes, 2025-08-28) GONÇALVES, Jociele; ARRUDA, Denise Costa
    O melanoma cutâneo é uma das neoplasias mais agressivas da pele, caracterizando se por elevada taxa de mortalidade nos estágios avançados e expressiva resistência às terapias convencionais. Esse tipo tumoral apresenta alterações nos mecanismos de proliferação, diferenciação e morte celular, incluindo o bloqueio de vias clássicas de morte celular programada, como apoptose, necroptose, autofagia e ferroptose. Diante desse cenário, compostos naturais capazes de modular essas vias têm despertado interesse como alternativas terapêuticas promissoras. Os monoterpenos PAH ((S)-(–)-perillaldeído) e LIM ((R)-(+)-limoneno) são componentes de óleos essenciais extraídos de plantas aromáticas e frutas cítricas, e têm sido amplamente investigados por seus efeitos antitumorais em diferentes modelos experimentais, especialmente pela indução de estresse oxidativo e regulação de vias associadas à morte celular regulada. No entanto, seus efeitos no melanoma ainda permanecem pouco caracterizados. O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos citotóxicos e os mecanismos de morte celular induzidos por PAH e LIM em células de melanoma murino (B16F10-Nex2) e, no caso do PAH, também em linhagens humanas (SK-MEL25, SK-MEL-147 e A-375). Os resultados indicaram que LIM pode ter induzido apoptose por meio da via extrínseca, com aumento da ativação de caspase-8 e caspase-3, além de reduzir a expressão de Beclin-1 e elevar os níveis de LC3-I e LC3 II, sugerindo possível bloqueio do fluxo autofágico. O composto também demonstrou seletividade tumoral, sem efeitos citotóxicos em linhagens não tumorais. Já o PAH apresentou citotoxicidade tanto na linhagem murina B16F10-Nex2 quanto nas linhagens humanas de melanoma. Em B16F10-Nex2, esse efeito foi parcialmente revertido pelos antioxidantes N-acetilcisteína (NAC), glutationa reduzida (GSH) e ditiotreitol (DTT), indicando o envolvimento de espécies reativas de oxigênio (EROs) nos mecanismos de morte celular. Além disso, a citotoxicidade foi atenuada na presença dos inibidores ferrostatina-1 (FER-1), necrostatina-1 (NEC-1) e 3metiladenina (3-MA), que bloqueiam ferroptose, necroptose e autofagia, respectivamente. A microscopia de fluorescência com iodeto de propídio (PI) evidenciou a permeabilização da membrana plasmática, enquanto a marcação com DHE demonstrou aumento na geração de EROs, reforçando sua participação no efeito citotóxico. A marcação com LysoTracker revelou o acúmulo de vacúolos ácidos, característicos da indução autofágica. Finalmente, o PAH reduziu significativamente a migração e a capacidade clonogênica das células B16F10-Nex2. Esses achados reforçam o potencial terapêutico de monoterpenos como agentes multifuncionais, capazes de modular seletivamente vias de morte celular regulada e impactar propriedades essenciais à progressão tumoral no melanoma.

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