Pós-Graduação Stricto Sensu UMC
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Item type:Item, Protótipo de relógio para reconhecimento de gestos e movimentos do membro superior(Universidade de Mogi das Cruzes, 2024) Campos, Higor BarretoAs mãos desempenham um papel importante nas atividades cotidianas, realizando movimentos fundamentais, como manipulação de objetos, suporte, preensão e gestos de comunicação. Alguns eventos traumáticos e não traumáticos podem causar a perda desse membro e afetar a realização de certas atividades, como utilizar o computador. Uma forma de auxiliar nas tarefas diárias é com o uso de tecnologia assistiva. O reconhecimento de gestos é uma das formas naturais de realizar interface homem-máquina para tecnologia assistiva. Uma das técnicas utilizadas para esse tal feito é a mecanomiografia (MMG). Entretanto, os dispositivos que podem ser vestíveis e utilizam técnicas semelhantes para detectar gestos não possuem a capacidade de rastrear o movimento do membro superior. Assim, este projeto visa a criação de um dispositivo vestível e de fácil utilização capaz de reconhecer gestos da mão e movimentos do membro superior. Para o reconhecimento de gestos foi utilizado um sensor acelerômetro e giroscópio posicionado sobre o músculo extensor dos dedos, e analisado os gestos de repouso, punho fechado, flexão do dedo indicador e médio. Já para o rastreio de movimento foi empregue o uso de dois acelerômetros, um fixado no dispositivo, o qual será colocado na região do antebraço, e outro fixado no braço por uma faixa. Foi desenvolvido um programa para a coleta de dados, e outro para a classificação dos gestos através de uma rede neural convolucional. Também foram produzidos ambientes virtuais para o teste do dispositivo, como um braço virtual na Unity e o jogo Duck Hunt. O resultado foi o controle dos ambientes virtuais desenvolvidos e dos ponteiros do computador e celular. O dispositivo final possui o formato que se assemelha a de um relógio e com a capacidade de fornecer as horas, tornando um instrumento compacto, vestível e de fácil colocação. E através do teste “System Usability Scale” (SUS) com especialistas em engenharia biomédica, conclui-se que a usabilidade do dispositivo como melhor imaginável para replicar os movimentos realizados pelo membro superior.Item type:Item, Desenvolvimento de bengala branca mecânica para deficientes visuais com ponteira omnidirecional esférica, com rotações para direita, esquerda, frente e trás(Universidade de Mogi das Cruzes, 2023) Alves, Claudemir ClaudinoApesar da relevância de diversos projetos de melhorias da bengala branca comum nos últimos anos, a maioria foi através de dispositivos eletrônicos, embarcados, demonstrando assim a forte ligação dos deficientes visuais a essa Tecnologia Assistiva. Mesmo assim, ainda temos a questão dos altos índices da taxa de abandono de novas tecnologias. Diante desse panorama e identificando que um dos principais problemas dessa bengala está no agarre ao solo de sua ponteira, propõe-se solucionar o mesmo através de uma tecnologia mecânica omnidirecional capaz de eliminar o agarre com excelente relação custo-benefício. Essa tecnologia utilizada na robótica serviu como base para a bengala branca omnidirecional a “Omni-Tip”, que possui a capacidade de rolar em várias direções quando apoiada ao solo. Construída em poliuretano, apresenta maior resistência ao desgaste e maior vida útil. Este projeto é relevante no sentido de manter ativos os demais sentidos do deficiente visual, e não apenas tentar substituir o sentido da visão. Mostra também a existência de um paradoxo entre o avanço tecnológico e a satisfação das necessidades básicas do usuário. Primou-se por não apresentar grandes alterações em sua forma geométrica, evitando potencializar o estigma da cegueira, mas trazendo mudanças significativas em sua usabilidade. Utilizando-se de novos materiais, buscou-se equilibrar: resistência à abrasão, durabilidade e leveza, a um custo acessível. A “nova” ponteira com esfera ligeiramente maior que a usual aumenta sua capacidade de superar desníveis no solo e não cair nas grelhas de águas pluviais. Através de uma metodologia de avaliação qualiquantitativa, da qual se utilizou de Brainstorming, teste de campo, teste de vida útil acelerado em bancada e aplicação de questionário de usabilidade do produto, com base no System Usability Scale – (SUS) - método criado por John Brooke em 1986 - propomos um índice maior ou igual a 80%. Extrapolamos o critério custo/benefício ideal de Nielsen (1994), adotando 15 (quinze) Participantes de Pesquisa (PP). Os resultados alcançados acima de 84% aprovam o desenvolvimento com sucesso, classificando-o com uma excelente usabilidade.
