Dissertações
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Item type:Item, Desenvolvimento de um protótipo de jogo para dispositivos móveis para execução da técnica expiração lenta prolongada ativa(Universidade de Mogi das Cruzes, 2025-09-09) Copeski, Thamires da Silva; Boschi, Silvia Regina Matos da SilvaNa prática clínica da fisioterapia respiratória pediátrica, tanto em nível ambulatorial quanto hospitalar, a cooperação do paciente é essencial para a execução adequada das técnicas terapêuticas, as quais são aplicadas conforme objetivos específicos e necessidades individuais. Quando o foco está na higiene brônquica, enfatiza-se a técnica de Expiração Lenta Prolongada ativa (ELPr), já consolidada na prática clínica e respaldada por diversos estudos que comprovam sua eficácia. A utilização do lúdico como recurso terapêutico favorece a adesão ao tratamento, tornando-o mais atrativo, especialmente para o público infantil. Diante disso, a proposta deste estudo foi desenvolver um protótipo de jogo para dispositivos móveis para execução da técnica expiração lenta prolongada ativa. Para isso foi criado um history game, o desenvolvimento foi consolidado em uma fundamentação teórica composta pela fisiologia respiratória, conhecimento do cenário atual de protótipos de tecnologias para fisioterapia respiratória. Observou-se um número expressivo de estudos que utilizam jogos na reabilitação motora, embora esses estudos apontem ganhos indiretos no sistema cardiopulmonar, essa não é a ênfase principal das intervenções analisadas. Assim, reforça-se a necessidade de desenvolvimento de mais tecnologias voltadas especificamente à subárea da fisioterapia respiratória. O protótipo de um jogo foi nomeado: Jimmy, o mergulhador, onde o personagem é controlado pelo jogador por meio da sua expiração mensurada pelo microfone. O desenvolvimento do jogo seguiu etapas, uma delas a validação por meio dos testes de software tipo “C” no qual apresentou resultados positivos. O maior diferencial trata-se da distribuição dos obstáculos presentes no cenário, de forma que o padrão da expiração aconteça exatamente como deve ser executado na manobra de higiene brônquica ELPR ativa (expiração lenta prolongada), buscando fornecer resultado da terapia junto ao lúdico. Conclui-se que o uso de jogos digitais como ferramenta auxiliar na fisioterapia respiratória pediátrica mostra-se promissor, especialmente ao integrar aspectos técnicos da terapia com o engajamento lúdico do paciente infantil.Item type:Item, Confecção de protótipo para desenvolvimento de aplicativo m-Health para pacientes com incontinência urinária(Universidade de Mogi das Cruzes, 2024) Lima, Dayana Aparecida Machado deA incontinência Urinária (IU) é uma condição de saúde que se manifesta por perda involuntária de urina, resultando em desconforto e impactos adversos no bem-estar pessoal e social. Essa condição é mais prevalente em indivíduos do sexo feminino. O Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico (TMAP) é reconhecido como a abordagem terapêutica inicial, destacando-se por sua segurança e eficácia. Em muitos casos, a TMAP é a escolha primordial de tratamento devido à sua natureza não invasiva e à ausência de riscos associados. Os Aplicativos m-health podem ser uma estratégia viável e de baixo custo para auxiliar no tratamento da IU, então o objetivo deste estudo é elaborar um protótipo para criação um aplicativo de m-health destinado a pacientes do sexo feminino com IU, com o intuito de promover a saúde, oferecer treinamento, facilitar a autogestão e permitir o monitoramento profissional, foi utilizado o método de estudo metodológico cujo propósito é investigar, organizar e analisar dados para construir e validar instrumentos de pesquisa. Esta abordagem concentra-se no desenvolvimento de novos métodos para a coleta de dados. Para a construção do protótipo, foram realizadas três etapas: a primeira envolvendo um levantamento bibliográfico, composto por revisão integrativa de literatura e Benchmarking nas principais lojas virtuais. A segunda etapa consistiu na elaboração do desenho e desenvolvimento do protótipo do aplicativo; e a terceira etapa foi composta pela validação, onde seis avaliadores expressaram sua opinião sobre o protótipo. Como resultado, a revisão integrativa incluiu oito artigos que descreviam o uso de um APP para pacientes com IU, em língua portuguesa e inglesa, e publicados de 2021 a 2023. No Benchmarking foi incluído 6 APPs, todos gratuitos, em língua portuguesa disponíveis para ANDROID. A média geral na avaliação dos APP pelo questionário uMARS foi de 3,82, atingindo a pontuação mínima para aceitabilidade. A partir dos dados levantados foi elaborado o protótipo para criação de app para promoção a saúde, treinamento, autogestão do paciente com IU e monitoramento profissional. A validação dos avaliadores teve resultado satisfatório. Conclui-se então que no cenário atual desenvolver um protótipo para a confecção de um APP m-health é benéfico para idealizar um app para pacientes e para profissionais da saúde, auxiliando no monitoramento e na adesão ao tratamento.
